Um estudo internacional publicado em abril de 2026 na revista Neurological Sciences (Springer) mapeou, em 52 jurisdições e seis continentes, como os países regulam a documentação clínica em telemedicina — com foco específico em neurologia e telestroke. A revisão de escopo, conduzida por João Brainer Clares de Andrade, coordenador de Ensino e Qualidade do IMCELER e pesquisador da UNIFESP e do Hospital Israelita Albert Einstein, oferece a gestores hospitalares um retrato raro de quais exigências documentais sustentam — ou fragilizam — a segurança jurídica no atendimento remoto de urgência.


