Global Stroke Alliance 2026 reúne lideranças do AVC e reforça papel da telemedicina, com presença do IMCELER

20 de junho de 2026
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O Global Stroke Alliance (GSA) 2026 – Brazilian Edition reuniu, de 16 a 19 de junho, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, as principais lideranças nacionais e internacionais dedicadas à organização do cuidado ao acidente vascular cerebral (AVC). Entre os participantes esteve o IMCELER, instituto brasileiro de telemedicina em neurologia, gestão de linhas de cuidado e educação continuada, representado por seu CEO, Dr. Diógenes Zãn.

Um movimento global pela redução de mortes e incapacidade por AVC

Mais do que um congresso científico, o GSA se consolidou como uma plataforma de articulação entre assistência, pesquisa, indústria, sociedades científicas e gestão pública. Lançado no Brasil em 2020, o movimento conecta profissionais e instituições em torno de um objetivo comum: reduzir mortes e incapacidade por AVC por meio de sistemas de cuidado organizados, eficientes e baseados em evidência. A edição de 2026 dedicou sua programação à jornada completa do paciente — da prevenção à reabilitação — com forte ênfase na implementação prática do cuidado em todo o território nacional.

IMCELER no GSA 2026
IMCELER no GSA 2026

O AVC permanece como uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil, e o enfrentamento desse cenário depende menos de inovações isoladas e mais da capacidade de estruturar redes assistenciais reprodutíveis. É essa lógica de sistema — e não de evento pontual — que dá ao GSA relevância estratégica para gestores hospitalares.

Lideranças nacionais e internacionais no comitê e na programação

O encontro foi conduzido por um comitê organizador que reúne nomes de referência no campo do AVC. A neurologista Sheila Ouriques Martins, presidente da Rede Brasil AVC e ex-presidente da World Stroke Organization (WSO), liderou a articulação do evento. A programação contou ainda com Gisele Sampaio Silva (UNIFESP, Hospital Israelita Albert Einstein e Comitê Executivo da WSO) e com a participação do poder público por meio de Felipe Augusto Reque, Coordenador-Geral de Urgência do Ministério da Saúde — sinalizando o alinhamento entre política pública e organização assistencial.

Entre as vozes científicas presentes esteve o Dr. João Brainer Clares de Andrade, neurologista vinculado à UNIFESP e ao Hospital Israelita Albert Einstein e coordenador de Ensino e Qualidade do IMCELER, reforçando a presença da produção científica brasileira no debate sobre qualidade e documentação do cuidado ao AVC.

Estados apresentam suas linhas de cuidado em AVC

Um dos eixos centrais da edição brasileira foi a troca de experiências entre estados e instituições, com a apresentação das linhas de cuidado em AVC implementadas em diferentes unidades da federação. Esse formato — que transforma experiências locais em modelos replicáveis — é particularmente valioso para diretores técnicos de hospitais de médio porte e de referência regional, que buscam estruturar protocolos sem reinventar processos já validados em outros contextos.

A organização de linhas de cuidado, com indicadores de desfecho, protocolos padronizados e redução de variabilidade clínica, é hoje um dos principais diferenciais competitivos para hospitais que desejam ampliar acesso e qualidade simultaneamente.

Telemedicina em evidência: o papel de iniciativas como o TeleAVC®

Em diferentes momentos da programação, a telemedicina foi destacada como ferramenta essencial para vencer a barreira geográfica do acesso ao especialista — um dos principais gargalos do cuidado ao AVC em fase aguda no Brasil. A escassez de neurologistas disponíveis 24 horas em municípios fora dos grandes centros torna o suporte remoto não um luxo tecnológico, mas uma condição estrutural para que protocolos de trombólise e avaliação por imagem cheguem a tempo ao paciente.

É nesse contexto que iniciativas como o TeleAVC®, serviço de telemedicina em neurologia do IMCELER, se inserem. Operado 24 horas por dia, sete dias por semana, com canal dedicado, o serviço oferece suporte imediato às equipes de emergência, avaliação remota de exames de imagem e apoio à decisão clínica baseada em protocolos alinhados a diretrizes internacionais. O modelo busca levar a hospitais sem neurologista presencial a mesma lógica de organização que sustenta os centros de referência.

A presença do IMCELER no GSA 2026 reforça o alinhamento do instituto a um movimento que entende o cuidado ao AVC como uma questão de sistema — em que assistência especializada, gestão por indicadores e educação continuada operam de forma integrada.

Do conhecimento ao impacto

O saldo do GSA 2026 aponta para uma direção clara: o avanço no enfrentamento do AVC no Brasil depende menos de soluções isoladas e mais da capacidade de articular hospitais, gestores, telemedicina e formação de equipes em torno de modelos organizados e mensuráveis. Para o IMCELER, participar desse debate é parte de uma trajetória que combina ciência, gestão e tecnologia a serviço da ampliação do acesso ao cuidado especializado.

Conheça o modelo de atuação do IMCELER e descubra como ele pode se integrar à realidade do seu hospital: imceler.com.br.


IMCELER

Construindo futuros em saúde.




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Soluções integradas para aprimorar a assistência hospitalar com excelência, segurança e qualidade, em hospitais de todo o Brasil.


Diretor técnico:
Dr. Diógenes Guimarães Zãn
CRM-RS 41.685
RQE RS 34.942 – neurologista
RQE-RS NRI 39.490 – neurorradiologista

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Vidas impactadas pelo TeleAVC®

Última atualização: 19/06/2026 – Saiba mais! 💙

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