Metodologia exclusiva IMCELER

Tracing do Paciente:
o que os indicadores não mostram

Uma imersão completa na jornada assistencial do seu hospital — da porta de entrada à alta — conduzida por especialistas em gestão de processos e potencializada por inteligência artificial. O resultado: um diagnóstico preciso dos fluxos assistenciais e um plano de ação para transformá-los.

O que é o Tracing do Paciente?

O Tracing do Paciente é uma metodologia exclusiva do IMCELER que avalia, presencialmente e em profundidade, toda a jornada do paciente dentro do hospital. Nossa equipe percorre cada etapa do atendimento — recepção e controle de acesso, triagem, emergência, sala de imagem, laboratório, farmácia, UTI e enfermaria — até a alta, refazendo o caminho real que o paciente percorre.

Em cada setor, conduzimos entrevistas estruturadas com os profissionais que atuam na linha de frente, seguindo um questionário técnico padronizado. Essas entrevistas são registradas em um dispositivo de inteligência artificial, que processa todo o conteúdo e cruza os processos observados com as diretrizes assistenciais internacionais, identificando não conformidades, etapas redundantes e gargalos que comprometem tempo, segurança e desfecho clínico.

O que torna o Tracing único é a combinação de três elementos que raramente andam juntos: conhecimento médico especializado em linhas de cuidado, expertise formal em gestão de processos (BPM) e tecnologia de análise por IA. Não é auditoria, não é consultoria genérica — é um raio-X assistencial feito por quem opera linhas de cuidado de alta complexidade todos os dias.


Por que fazer um Tracing? O que os indicadores escondem

Todo hospital acompanha indicadores: tempo porta-agulha, tempo de permanência, taxa de tratamento. Mas indicadores mostram o resultado — não mostram onde o processo falha.

Um tempo porta-agulha ou porta-punção elevado pode nascer na recepção que não reconhece um sinal de alarme, no controlador de acesso que não sabe priorizar, no fluxo de retirada de medicação da farmácia, no caminho físico até a tomografia ou eletrocardiograma. São detalhes invisíveis no dashboard e invisíveis até para quem vive o dia a dia do hospital — justamente porque a rotina naturaliza as fragilidades.

O Tracing existe para enxergar o que a operação não consegue mais ver. Setores que parecem periféricos — recepção, portaria, transporte interno — frequentemente se revelam determinantes para o desfecho do paciente. E quando o hospital enxerga o processo completo, descobre que muitos dos seus problemas não exigem investimento: exigem reorganização.

 

Você consegue ver pequenas fragilidades que, no dia a dia, você não enxerga. A entrada do paciente, o local de retirada da medicação, a tomografia: detalhes que passam despercebidos e que fazem diferença para o paciente.

Administrador do PA, Unimed Jundiaí

Como o IMCELER conduz o Tracing: passo a passo

Importante desde já: o Tracing é uma avaliação de processos, não de pessoas. Nenhum profissional é julgado individualmente. O objetivo é entender como o sistema funciona — e onde o sistema, não as pessoas, falha. Essa premissa é comunicada às equipes desde o início e é o que garante entrevistas francas e um diagnóstico fiel à realidade.

Etapas do Tracing IMCELER®


1

Alinhamento institucional

Reunião com a liderança do hospital para definir a linha de cuidado avaliada, os setores envolvidos e comunicar as equipes sobre o caráter processual (e não avaliativo-individual) da metodologia.
4

Relatório de diagnóstico assistencial

O hospital recebe um relatório completo com o retrato fiel do estado atual (“as-is“): mapeamento visual dos processos, gargalos sinalizados, não conformidades com diretrizes e oportunidades de ganho de eficiência.

2

Imersão presencial na jornada

Nossa equipe percorre fisicamente todo o trajeto do paciente, setor a setor, da porta de entrada à alta — incluindo os setores que ninguém lembra de avaliar.
5

Plano de ação e ciclo PDCA

Construímos junto com o hospital um plano de ação priorizado e acompanhamos sua execução em ciclos PDCA, com discussão estruturada de indicadores junto às lideranças médicas e de enfermagem.

3

Entrevistas estruturadas com IA

Em cada etapa, profissionais de saúde respondem a um questionário técnico estruturado. As entrevistas são registradas em dispositivo de inteligência artificial, que analisa o conteúdo à luz dos guidelines internacionais e identifica gargalos e redundâncias.


Onde o Tracing já foi realizado?

O Tracing do Paciente já foi aplicado em 28 hospitais parceiros de diferentes portes e perfis — filantrópicos, privados e cooperativas médicas — em vários estados do Brasil, entre eles:

Em todos os casos, o resultado seguiu o mesmo padrão: fragilidades invisíveis reveladas, processos redesenhados e equipes engajadas — porque participaram da construção do diagnóstico, em vez de recebê-lo pronto.

 

 
 
 
 
 
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A gente consegue ver pequenas fragilidades que, no dia a dia, você não enxerga. Desde a entrada do paciente, o local de retirada da medicação, a tomografia. São detalhes que muitas vezes passam despercebidos e que com certeza fazem a diferença para o nosso paciente aqui.

Samuel Cartier Sena, Administrador do PA, Unimed Jundiaí

 

Foi muito importante para iniciarmos a etapa de implementação aqui no hospital, tanto para mim quanto para os colaboradores. Percorreram toda a jornada, desde a triagem até os consultórios, conversando com diversos profissionais da emergência. Isso nos ajudou a identificar muita coisa e a ver os pontos que vão precisar de mais atenção.

Vinicius Scrinz de Souza, Hospital Nossa Senhora das Graças – Canoas/RS

 

Achei muito enriquecedor, a jornada muito completa. Passamos por todos os setores, até os que eu achava que não tinham influência, e têm. A recepção, o controle de acesso: são setores que também precisam ser treinados. O tracing nos mostrou que existem outros setores a englobar, e tenho certeza de que vai agregar muito ao nosso serviço.

Dr. Eduardo Antonio, Supervisor médico do PA, Unimed Jundiaí

 

Foi uma oportunidade de reconhecer alguns pontos positivos e outros nem tanto, para começarmos quanto antes o nosso projeto. Todos estão com uma expectativa muito alta de melhorar os nossos processos e trazer o melhor para os nossos pacientes, com mais segurança no cuidado.

Dra. Carol Vanzelotti, Coordenadora médica do serviço de internação SUS, Hospital Nossa Senhora das Graças

Dúvidas frequentes sobre o Tracing do Paciente


  • O que é o Tracing do Paciente?
  • O Tracing avalia o desempenho dos profissionais do hospital?
  • Quais setores do hospital participam?
  • O que o hospital recebe ao final do Tracing?
  • O Tracing serve apenas para a linha de cuidado do AVC?
  • Preciso ser cliente do TeleAVC® para contratar o Tracing?
  • Preciso ser cliente do TeleAVC® para contratar o Tracing?
O que é o Tracing do Paciente?

É uma metodologia exclusiva do IMCELER que avalia presencialmente toda a jornada do paciente no hospital, combinando entrevistas estruturadas, análise por inteligência artificial e gestão de processos para identificar gargalos assistenciais e gerar um plano de ação.

O Tracing avalia o desempenho dos profissionais do hospital?

Não. O Tracing avalia processos, não pessoas. Nenhum profissional é avaliado individualmente — o foco é entender como os fluxos assistenciais funcionam e onde podem ser aprimorados.

Quais setores do hospital participam?

Todos os que compõem a jornada do paciente: recepção, controle de acesso, triagem, emergência, imagem, laboratório, farmácia, UTI e enfermaria. Setores aparentemente periféricos frequentemente revelam os gargalos mais importantes.

O que o hospital recebe ao final do Tracing?

Um relatório completo com o mapeamento visual dos processos, os gargalos identificados, as não conformidades em relação às diretrizes internacionais e um plano de ação priorizado, acompanhado em ciclos PDCA.

O Tracing serve apenas para a linha de cuidado do AVC?

Não. A metodologia foi inicialmente desenvolvida na linha de cuidado do AVC, mas é aplicável a qualquer linha assistencial — cardiologia, psiquiatria, cuidados paliativos e outras especialidades atendidas pelo IMCELER.

Preciso ser cliente do TeleAVC® para contratar o Tracing?

O Tracing integra a metodologia de implantação dos serviços IMCELER, mas também pode ser conduzido como avaliação independente da jornada assistencial. Fale com nosso time para entender o formato ideal para seu hospital.

Preciso ser cliente do TeleAVC® para contratar o Tracing?

O Tracing integra a metodologia de implantação dos serviços IMCELER, mas também pode ser conduzido como avaliação independente da jornada assistencial. Fale com nosso time para entender o formato ideal para seu hospital.

Seu hospital enxerga a jornada completa do paciente?

Os indicadores mostram o resultado. O Tracing mostra o caminho. Descubra o que está invisível na sua operação — e o que pode ser transformado sem grandes investimentos, apenas com reorganização inteligente de processos.

Fale com o time IMCELER


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Construindo futuros em saúde.




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Diretor técnico:
Dr. Diógenes Guimarães Zãn
CRM-RS 41.685
RQE RS 34.942 – neurologista
RQE-RS NRI 39.490 – neurorradiologista

3734
Vidas impactadas pelo TeleAVC®
Última atualização: 20/08/2026 –
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