Aplicável a hospitais de pequeno, médio e grande porte

Implantação da linha de
Cuidado Paliativo no seu hospital

Do diagnóstico institucional aos indicadores de gestão: estruturamos, capacitamos e sustentamos a linha de cuidado paliativo com a equipe que seu hospital já tem.

O problema não é a falta de um paliativista

Doenças crônicas avançadas, câncer, insuficiências orgânicas e a população idosa fragilizada já ocupam boa parte dos leitos hospitalares brasileiros. A maior parte desses pacientes não recebe abordagem paliativa em nenhum momento da trajetória — não por falta de indicação clínica, mas por falta de processo: ninguém identifica, ninguém aciona, ninguém registra.

A resposta mais comum a esse problema é contratar um especialista. Sozinha, essa resposta não resolve — e o país já demonstrou isso. Segundo o Atlas Nacional de Cuidados Paliativos da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), apresentado em março de 2026, o número de programas no Brasil passou de 234 em 2022 para 423 em 2025, crescimento de 88,8%. No mesmo levantamento, 65% desses programas não atingem os critérios mínimos para serem considerados especializados.

Criar o serviço é a parte fácil. O que separa um programa que qualifica de um programa que existe apenas no organograma é o método de implantação.

Você reconhece sua instituição aqui?


Cuidado fragmentado

Cada setor conduz o mesmo paciente de um jeito.


Identificação tardia

O paciente elegível só é reconhecido na fase final, quando as opções já se esgotaram.


Setores que não conversam

Emergência, UTI, internação e ambulatório operam com informações diferentes sobre o mesmo caso.


Condutas que se desfazem

O que se decide em um plantão não se sustenta no seguinte.


Sobrecarga assistencial

Equipes exaustas, famílias em conflito, decisões difíceis tomadas sem respaldo institucional.


Ausência de indicadores

Sem dado, não há gestão: a linha não é medida, não é comparada e não evolui.



Se mais de dois desses itens descrevem a sua realidade, o problema não é clínico. É de processo — e processo se resolve com método.

Desde 2026, cuidados paliativos são direito do paciente.


O marco jurídico brasileiro mudou. A Lei nº 15.378, de 6 de abril de 2026, que institui o Estatuto dos Direitos do Paciente, estabelece em seu art. 21 que o paciente tem direito a cuidados paliativos, livre de dor, e de escolher o local de sua morte. O art. 20 determina que suas diretivas antecipadas de vontade sejam respeitadas por familiares e profissionais de saúde. O art. 11 assegura sua participação nas decisões sobre o plano terapêutico. E o art. 24 caracteriza a violação desses direitos como situação contrária aos direitos humanos, nos termos da Lei nº 12.986/2014.

Antes disso, a Portaria GM/MS nº 3.681, de 7 de maio de 2024, já havia instituído a Política Nacional de Cuidados Paliativos no âmbito do SUS, prevendo a atenção hospitalar entre os pontos da rede responsáveis pela oferta — na linha do que a Resolução nº 41/2018 da Comissão Intergestores Tripartite estabelecera.


“A pergunta que a direção técnica precisa responder mudou. Não é mais ‘oferecemos cuidados paliativos?’. É ‘conseguimos demonstrar, com critério documentado e registro rastreável, que oferecemos?’.”


Um hospital sem linha de cuidado formalizada não tem como sustentar essa demonstração: as decisões de proporcionalidade terapêutica ficam dispersas entre plantões, sem critério explicitado e com registro heterogêneo em prontuário.

Por que contratar um especialista não resolve sozinho?


A necessidade de cuidados paliativos se organiza em níveis de complexidade. Na base — onde está a maior parte dos pacientes — a abordagem paliativa pode e deve ser prestada pela equipe multiprofissional e pelo médico que já acompanha aquele paciente, seja na clínica médica, na cardiologia, na pneumologia, na oncologia ou na atenção primária. Uma parcela menor exige assistência paliativa especializada, em parecer ou acompanhamento compartilhado. Um número reduzido de casos altamente complexos requer transferência para serviço de referência.

A leitura é direta: o gargalo do seu hospital não é a ausência de um paliativista. É a ausência de uma linha de cuidado que capacite quem já está lá.

É isso que o IMCELER entrega. Não chegamos para atender no lugar da sua equipe — chegamos para estruturar, capacitar e sustentar a sua equipe, e para sair quando ela tiver autonomia.


O método IMCELER


1

Diagnóstico

Tracing da jornada do paciente e mapeamento dos processos assistenciais como eles de fato ocorrem na instituição. Não descrevemos o fluxo desejado: documentamos o fluxo real, com seus pontos de decisão, lacunas de registro e variações entre turnos. Todo o restante do projeto nasce desse desenho — e não de um modelo genérico.
4

Implantação

Mentoria continuada do Time Assistencial local, acompanhamento assistido dos primeiros casos e apoio especializado por teleinterconsulta nas situações de maior complexidade. A mentoria existe para se tornar progressivamente desnecessária.

2

Desenho

Composição do Time Assistencial interno, formado por profissionais do próprio hospital, e elaboração do protocolo assistencial com critérios explícitos de triagem paliativa. Aqui se define quem identifica, com que critério, a quem se aciona, quem decide e onde se registra.
5

Sustentação

Coleta de indicadores de processo e de desfecho, identificação e tratamento de não conformidades assistenciais, e discussão sistemática desses dados nos alinhamentos de gestão do hospital. É a fase que impede o programa de regredir a projeto de boas intenções.

3

Capacitação

Sensibilização institucional de todos os integrantes do hospital, desfazendo os tabus que cercam o tema, seguida de grupos focais com médicos e com as equipes multiprofissionais. Comunicação de más notícias, condução de conferência familiar e manejo de sintomas refratários são competências treináveis — e não se adquirem em palestra única.



A ordem não é acidental. Sensibilizar uma equipe antes de ter respostas para ‘quem identifica’ e ‘a quem se aciona’ produz adesão que se dissolve na primeira semana de plantão.

O método IMCELER


1

Diagnóstico

Tracing da jornada do paciente e mapeamento dos processos assistenciais como eles de fato ocorrem na instituição. Não descrevemos o fluxo desejado: documentamos o fluxo real, com seus pontos de decisão, lacunas de registro e variações entre turnos. Todo o restante do projeto nasce desse desenho — e não de um modelo genérico.
2

Desenho

Composição do Time Assistencial interno, formado por profissionais do próprio hospital, e elaboração do protocolo assistencial com critérios explícitos de triagem paliativa. Aqui se define quem identifica, com que critério, a quem se aciona, quem decide e onde se registra.

3

Capacitação

Sensibilização institucional de todos os integrantes do hospital, desfazendo os tabus que cercam o tema, seguida de grupos focais com médicos e com as equipes multiprofissionais. Comunicação de más notícias, condução de conferência familiar e manejo de sintomas refratários são competências treináveis — e não se adquirem em palestra única.
4

Implantação

Mentoria continuada do Time Assistencial local, acompanhamento assistido dos primeiros casos e apoio especializado por teleinterconsulta nas situações de maior complexidade. A mentoria existe para se tornar progressivamente desnecessária.

5

Sustentação

Coleta de indicadores de processo e de desfecho, identificação e tratamento de não conformidades assistenciais, e discussão sistemática desses dados nos alinhamentos de gestão do hospital. É a fase que impede o programa de regredir a projeto de boas intenções.

A ordem não é acidental. Sensibilizar uma equipe antes de ter respostas para ‘quem identifica’ e ‘a quem se aciona’ produz adesão que se dissolve na primeira semana de plantão.

Triagem estruturada, não percepção individual.


O protocolo adota instrumentos validados de triagem paliativa: o SPICT-BR, versão brasileira do Supportive and Palliative Care Indicators Tool, desenvolvido pelo Primary Palliative Care Research Group da Universidade de Edimburgo, e a Palliative Performance Scale (PPS), escala de avaliação funcional consagrada em cuidados paliativos.

Ambos foram desenhados para aplicação por equipes não especializadas. Isso significa que a identificação do paciente elegível deixa de depender da experiência individual de quem está de plantão e passa a seguir critério institucional reprodutível — e antecipa o reconhecimento para o momento em que ele ainda muda a trajetória do cuidado, e não apenas o seu desfecho.

Desenhado para hospitais de pequeno e médio porte.

A maior parte da demanda por cuidado paliativo hospitalar no Brasil está fora dos grandes centros — e é justamente ali que faltam paliativistas. O Atlas da ANCP mostra que o Sudeste concentra 40% dos programas e a região Norte, apenas 3%; no Sul, a razão é de 0,22 serviço por 100 mil habitantes, distante da recomendação da OMS e da Worldwide Hospice Palliative Care Alliance, de ao menos dois por 100 mil. Nosso método foi construído para essa realidade. Ele:


Não exige leitos dedicados nem unidade física própria de cuidados paliativos.


Não parte da contratação de um paliativista em regime integral: o Time Assistencial é formado por profissionais que o hospital já mantém.


Não depende da presença física do especialista: mentoria, capacitação e teleinterconsulta operam a distância, no mesmo desenho de matriciamento que o IMCELER aplica em suas demais linhas de cuidado.


Desloca o investimento de estrutura para processo e formação, variáveis que um hospital filantrópico de médio porte absorve sem obra e sem ampliação de quadro.


É escalável e replicável: a mesma metodologia se aplica a hospitais de portes e perfis distintos, ajustando profundidade, não estrutura.



A pergunta deixa de ser ‘temos condição de montar um serviço de cuidados paliativos?’ e passa a ser ‘temos condição de organizar o cuidado que já prestamos?.

Rodrigo Kappel Castilho

Intensivista e paliativista · ex-presidente da ANCP

Dr. Rodrigo Kappel Castilho

A linha de cuidados paliativos do IMCELER é coordenada pelo médico Rodrigo Kappel Castilho, intensivista e paliativista, ex-presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP). À frente da entidade, formalizou junto ao Conselho Federal de Medicina o pleito para que a medicina paliativa passe de área de atuação a especialidade médica e acompanhou a construção da Política Nacional de Cuidados Paliativos.

É editor principal do Tratado de Cuidados Paliativos da ANCP, lançado em março de 2026 em parceria com a Editora Atheneu — obra com oito editores, 254 colaboradores e 155 capítulos — e participou da construção do Atlas Nacional de Cuidados Paliativos.



O IMCELER é um instituto multiprofissional de telemedicina de alta complexidade, gestão de linhas de cuidado e educação continuada, com atuação em hospitais públicos e privados em seis estados. A metodologia de implantação de linhas de cuidado aplicada em cuidados paliativos é a mesma que sustenta as demais verticais do instituto, entre elas o TeleAVC®, em neurologia.


O que sua instituição passa a ter



Critério de identificação aplicável por qualquer profissional, com triagem estruturada incorporada à rotina assistencial.

Time Assistencial próprio, formado e atuante: a linha não depende de uma única pessoa nem de suporte externo permanente.

Condutas alinhadas entre setores, plantões e equipes, com registro rastreável em prontuário.

Base documental para decisões de proporcionalidade terapêutica e para o cumprimento demonstrável do Estatuto dos Direitos do Paciente.


Indicadores implantados e monitorados, com gestão baseada em valor (VBHC) e não conformidades tratadas em fórum de gestão.

Menor sofrimento evitável para pacientes e famílias, e menor desgaste moral para as equipes.

Base sólida para habilitação junto ao Ministério da Saúde, certificação e qualificação institucional.

Perguntas frequentes


  • Como se implanta um programa de cuidados paliativos em um hospital?
Como se implanta um programa de cuidados paliativos em um hospital?

Pela metodologia do IMCELER, a implantação percorre oito etapas encadeadas, aplicadas em cinco fases: diagnóstico, com tracing da jornada do paciente e mapeamento dos processos assistenciais; desenho, com composição do Time Assistencial e elaboração do protocolo; capacitação, com sensibilização institucional e grupos focais; implantação, com mentoria e teleinterconsulta; e sustentação, com indicadores, não conformidades e discussão em fóruns de gestão.


  • Um hospital de pequeno porte consegue implantar cuidados paliativos sem serviço próprio?
Um hospital de pequeno porte consegue implantar cuidados paliativos sem serviço próprio?

Sim. O método qualifica a equipe multiprofissional já existente e não exige leitos dedicados, unidade física própria ou contratação de paliativista em regime integral. A especialidade entra por capacitação, mentoria e teleinterconsulta, o que viabiliza a implantação em hospitais distantes dos grandes centros.


  • Cuidados paliativos são obrigatórios por lei no Brasil?
Cuidados paliativos são obrigatórios por lei no Brasil?

A Lei nº 15.378/2026, que institui o Estatuto dos Direitos do Paciente, estabelece em seu art. 21 o direito do paciente a cuidados paliativos, livre de dor, e de escolher o local de sua morte, e caracteriza a violação dos direitos previstos na lei como situação contrária aos direitos humanos. A Política Nacional de Cuidados Paliativos, instituída pela Portaria GM/MS nº 3.681/2024, prevê a oferta na atenção hospitalar no âmbito do SUS.


  • O que é triagem paliativa e quais instrumentos são usados?
O que é triagem paliativa e quais instrumentos são usados?

É o processo de identificar, por critério estruturado, pacientes que podem se beneficiar de cuidados paliativos. O protocolo utiliza o SPICT-BR, versão brasileira validada do Supportive and Palliative Care Indicators Tool, e a Palliative Performance Scale (PPS), ambos aplicáveis por equipes não especializadas.


  • Cuidados paliativos são indicados apenas em fim de vida?
Cuidados paliativos são indicados apenas em fim de vida?

Não. A indicação pode ocorrer desde o diagnóstico de uma doença grave e progressiva, em paralelo ao tratamento modificador de doença. Um instrumento de triagem aplicado na rotina antecipa a identificação; a ausência dele empurra a discussão para o momento de crise.


  • Quanto tempo leva a implantação?
Quanto tempo leva a implantação?

O prazo varia conforme o porte da instituição, a maturidade dos processos assistenciais existentes e o escopo contratado. O diagnóstico inicial define o cronograma.


Sua instituição consegue demonstrar que oferece cuidados paliativos?

Converse com nossa equipe e receba um diagnóstico inicial do cenário do seu hospital, sem compromisso.

Quero estruturar minha linha de cuidado!


IMCELER

Construindo futuros em saúde.




IMCELER

Construindo futuros em saúde.




Soluções integradas para aprimorar a assistência hospitalar com excelência, segurança e qualidade, em hospitais de todo o Brasil.


Diretor técnico:
Dr. Diógenes Guimarães Zãn
CRM-RS 41.685
RQE RS 34.942 – neurologista
RQE-RS NRI 39.490 – neurorradiologista

4.333
Vidas impactadas pelo TeleAVC®
Última atualização: 23/10/2026 –
Saiba mais! 💙

Soluções integradas para aprimorar a assistência hospitalar com excelência, segurança e qualidade, em hospitais de todo o Brasil.


Diretor técnico:
Dr. Diógenes Guimarães Zãn
CRM-RS 41.685
RQE RS 34.942 – neurologista
RQE-RS NRI 39.490 – neurorradiologista


4.333
Vidas impactadas pelo TeleAVC®
Última atualização: 23/10/2026 –
Saiba mais! 💙


Site feito com 🤍 por MC Marketing